O novo programa social chamado Gás do Povo começa a ser ampliado em janeiro de 2026 e promete alcançar um total de 15,5 milhões de famílias brasileiras. A proposta é substituir o antigo Auxílio Gás e oferecer botijões de 13 quilos gratuitamente para famílias que vivem em situação de vulnerabilidade.
A coordenação do programa está a cargo do Ministério do Desenvolvimento Social, que estruturou um modelo de distribuição mais direto e eficiente.
Nova política social garante botijão gratuito para famílias de baixa renda
Diferentemente do Auxílio Gás, que transferia um valor em dinheiro, o Gás do Povo entrega o benefício na forma de vales-recarga. Esses vales permitem que as famílias retirem o botijão diretamente em revendas credenciadas.
A medida tem como principal objetivo assegurar que o gás chegue ao destinatário final, evitando o uso indevido do auxílio e fortalecendo o controle sobre a distribuição.
Expansão começa pelas capitais que ficaram fora da primeira fase
A implementação inicial do Gás do Povo ocorrerá nas capitais que ainda não haviam sido contempladas pelo programa. Entre elas estão Aracaju, Brasília e Rio de Janeiro, que passarão a integrar o sistema de fornecimento de gás social a partir de janeiro.
Após essa etapa, o governo planeja levar o benefício para todos os municípios brasileiros até março de 2026, cobrindo gradualmente as 5.571 cidades do país.
Uma das principais novidades é que as famílias já inscritas no Bolsa Família serão automaticamente priorizadas na migração para o Gás do Povo. Isso significa que não será necessário realizar uma nova inscrição, já que a seleção será feita de forma automatizada pelo sistema do Cadastro Único.
Essa estratégia garante que os lares mais vulneráveis continuem protegidos durante a transição do antigo Auxílio Gás para o novo modelo.
Critérios de elegibilidade são definidos com base no Cadastro Único
O acesso ao Gás do Povo é restrito às famílias que possuem renda per capita de até meio salário mínimo e que estão devidamente cadastradas e atualizadas no CadÚnico.
A seleção ocorre por meio de cruzamento de dados do próprio governo, identificando as famílias em maior grau de vulnerabilidade. Essa automatização facilita o acesso e evita a necessidade de solicitações presenciais.
Benefício poderá ser utilizado em revendas autorizadas pela Caixa
O modelo de entrega do gás social prevê que os beneficiários retirem o botijão em pontos credenciados, que serão espalhados por todo o país. Para a retirada, será necessário apresentar documentos pessoais e o cartão do Bolsa Família ou da Caixa Econômica Federal.
Cada família poderá receber até seis botijões por ano, com a quantidade definida de acordo com o número de integrantes do grupo familiar.
Governo fará comunicação direta com os beneficiários
As famílias que tiverem direito ao benefício serão avisadas por meio de aplicativos oficiais, mensagens de celular e atendimento nos CRAS. O governo pretende manter uma comunicação ativa para garantir que ninguém perca o prazo de retirada e que o benefício seja utilizado corretamente.
A meta é tornar o processo simples e acessível para toda a população atendida.






