Em poucos anos, o Nubank se consolidou como um dos principais nomes do setor financeiro no Brasil e na América Latina, ampliando sua atuação para além dos serviços bancários tradicionais e ganhando relevância também no mercado de investimentos.
Nesta semana, a fintech informou seus clientes, por meio de e-mail, sobre mudanças na política de investimentos que passam a valer a partir desta segunda-feira (5). As atualizações constam no Documento de Regras e Parâmetros de Atuação (RPA) da NuInvest, área responsável pelos serviços de investimento da empresa.
Mudanças dos investimentos no Nubank
De acordo com o comunicado, as novas diretrizes alteram procedimentos relacionados à liquidação de operações, à custódia de títulos e valores mobiliários e, principalmente, ao exercício do direito de subscrição. Na prática, essas mudanças podem impactar diretamente investidores que utilizam a plataforma para aplicar recursos em ações, fundos imobiliários e outros ativos negociados no mercado de capitais.
Direito de subscrição
- O novo RPA atualiza as regras do direito de subscrição, que permite a compra de ativos antes da oferta ao mercado.
- O exercício passa a exigir autorização prévia do cliente.
- O pedido deve ser feito até as 18h da data final definida pela B3, com recursos previamente disponíveis na conta.
Boletins de subscrição
- A NuInvest poderá preencher boletins em nome do cliente, desde que respeitadas as condições do pedido de reserva.
- A medida busca dar mais clareza ao processo e reduzir erros e perda de prazos.
Fluxos de negociação
- O RPA define dois fluxos para os direitos de subscrição.
Direitos em custódia
- Direitos já creditados podem ser vendidos pela plataforma no mesmo dia (D+0).
- Em caso de instabilidade, a venda poderá ser feita pela Central de Atendimento.
Operações via aplicativo
- Compra, venda e exercício devem ser feitos no app, em Investimentos > Investir > Subscrições.
- O exercício do direito só é permitido a partir de D+2 do início do evento.
Com a atualização do RPA, a NuInvest busca tornar seus processos mais transparentes e alinhados às regras do mercado financeiro, ao mesmo tempo em que reforça a responsabilidade do investidor em autorizar e acompanhar suas operações. As mudanças exigem atenção dos clientes, especialmente daqueles que participam de ofertas e subscrições, para evitar perda de prazos ou desencontro de informações.





