Com projeção de impacto superior a 42 milhões de pessoas em todo o país, a Nomad e o Spotify colocaram no ar uma campanha que transforma hábitos de escuta em estímulo para o turismo internacional. Voltada principalmente aos millennials interessados em viajar para o exterior, a iniciativa aposta na personalização para aproximar música, comportamento e escolhas de viagem.
A estratégia contempla ações nas redes sociais da Nomad e um plano consistente de mídia paga em diferentes plataformas, com o objetivo de ampliar a visibilidade da campanha e promover o engajamento do público. A dinâmica incentiva o compartilhamento das recomendações geradas e fortalece o posicionamento da marca como parceira na viabilização de experiências internacionais.
Música e viagens
Criada pela agência David, a campanha seguirá ativa até março de 2026 e se apoia na ideia de que as preferências musicais expressam comportamentos e referências culturais capazes de influenciar escolhas de viagem. Em lugar de roteiros convencionais, a proposta oferece uma experiência orientada pela “vibe” sonora de cada participante, relacionando padrões de escuta a diferentes perfis de viajantes.
A dinâmica da ação é baseada no cruzamento de dados do Spotify, realizado exclusivamente mediante consentimento do usuário. Ao acessar a experiência pelo celular e integrar sua conta à plataforma, o histórico musical do ouvinte é analisado, permitindo sua identificação em uma das seis personas desenvolvidas para a campanha. Cada perfil corresponde a um estilo de vida específico e direciona recomendações personalizadas de destinos internacionais.
Parceria
No total, a iniciativa apresenta 18 destinos internacionais, que incluem desde locais com forte vocação cultural até cidades focadas em entretenimento, além de propostas voltadas ao luxo e à exclusividade. A intenção é que as sugestões estejam alinhadas às afinidades do usuário, superando critérios convencionais como custo ou notoriedade do destino.
A ação acompanha uma tendência mais ampla do setor publicitário, que vem incorporando dados comportamentais para criar experiências cada vez mais personalizadas. Nesse cenário, a música assume papel estratégico ao traduzir preferências emocionais e referências culturais em decisões de consumo e lazer.






