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Aumento de vendas do whey impactou no número de irregularidades em produtos

Por João Carlos Gomes
08/12/2025
Em Geral
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Foto: Aleksander Saks/Unsplash

Foto: Aleksander Saks/Unsplash

Nos últimos anos, um número crescente de pessoas tem demonstrado interesse em adotar um estilo de vida mais saudável. Entretanto, além da adesão a dietas e à prática regular de exercícios, observa-se também um aumento significativo no consumo de suplementos alimentares, entre eles o popular whey protein.

Mas vale destacar que o forte crescimento do mercado está longe de representar apenas resultados positivos. Ainda mais considerando que uma pesquisa recente, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), revelou uma informação preocupante sobre estes produtos.

De acordo com o órgão, cerca de 65% dos suplementos apresentam irregularidades que vão desde erros nas informações descritas no rótulo a situações mais críticas, como a ausência de testes de pureza para atestar a segurança do consumo.

A Anvisa ressaltou ainda que a grande maioria dos suplementos irregulares denunciados são vendidos principalmente através da internet, por meio de plataformas como Shopee e Mercado Livre, com pouquíssimos detalhes sobre sua regularização.

É importante ressaltar que, apesar dos preços baixos, estes produtos devem ser evitados a todo custo, pois segundo especialistas, muitos deles podem até mesmo prejudicar a produção de nutrientes no organismo e causar desconforto e outros sintomas.

Whey adulterado: como identificar produtos irregulares

Conforme divulgado pelo jornal O Globo, em nota, a Anvisa assegurou que segue fiscalizando a situação e fazendo de tudo para proibir a circulação de itens irregulares. Contudo, para confirmar se um whey protein ou qualquer outro produto pode ser adulterado, os consumidores podem seguir o passo a passo abaixo:

  • Desconfiar de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado;
  • Buscar pelo produto no site da Anvisa para localizar seu registro e mais informações sobre sua regulação;
  • Verificar se o fabricante disponibiliza o laudo laboratorial, que confirma os resultados de proteína real por dose;
  • Analisar a lista de ingredientes, evitando produtos com listas muito extensas e repletos de aromatizantes artificiais;
  • Evitar marketplaces com vendedores desconhecidos, buscando sempre adquirir os produtos por meio de canais oficiais de lojas confiáveis.
Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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