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Anvisa suspende lata de pimenta e produtos e acaba com venda de cosméticos

Por Leticia Florenço
02/09/2025
Em Colunas, Mais Tendências
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Anvisa - Reprodução/Agência Brasil

Anvisa - Reprodução/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou uma medida que afeta diretamente diferentes setores de consumo.

A determinação, publicada no Diário Oficial da União (DOU), proíbe a fabricação, distribuição, venda e uso de três produtos: alimentos infantis da marca PF da Nina, um lote do molho de pimenta Ubon extra forte e o creme corporal multifuncional Adeus.

Os produtos infantis da linha “PF da Nina”, destinados a lactentes e crianças de primeira infância, foram totalmente banidos no Brasil.

Segundo a Anvisa, a empresa PF da Nina Nutrição Infantil Ltda não possui licença sanitária e não cumpre as Boas Práticas de Fabricação, exigências mínimas para garantir segurança alimentar, especialmente para crianças.

Produtos que permanecerem nas prateleiras serão apreendidos, garantindo que não cheguem ao consumidor.

Molho de pimenta Ubon extra forte suspenso

O lote 4512823 do molho de pimenta extra forte Ubon teve sua comercialização interrompida porque foi detectada a presença de dióxido de enxofre não declarada no rótulo.

A Anvisa alerta que a substância pode causar reações alérgicas em pessoas sensíveis, e a falta de informação representa risco à saúde. A proibição se aplica a todo o território nacional.

Creme multifuncional ‘Adeus’ irregular

O creme corporal Adeus, produzido pela JSA Indústria de Cosméticos Ltda., também foi suspenso. Registrado como cosmético, o produto apresentava alegações terapêuticas, prometendo tratamento e cura, o que não é permitido para produtos dessa categoria.

A suspensão atinge a venda, fabricação, distribuição, propaganda e uso, evitando que consumidores sejam expostos a informações enganosas.

Proteção ao consumidor e reforço da fiscalização

A medida da Anvisa reforça a importância da fiscalização para proteger o consumidor contra produtos irregulares. Os casos demonstram que o cumprimento das normas sanitárias é essencial para evitar riscos à saúde, garantir transparência nos rótulos e manter a credibilidade das marcas.

Para empresas, o alerta é claro: descumprir as exigências pode resultar em apreensão imediata e suspensão de produtos.

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Leticia Florenço

Leticia Florenço

Filha da Terra da Luz, jornalista pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

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