Nos últimos dias, o nome de Hytalo Santos passou a circular com intensidade nas redes sociais e na imprensa, após o influenciador Felca publicar um vídeo expondo supostos abusos cometidos pelo também influenciador paraibano contra adolescentes.
A denúncia teve forte repercussão nacional, desencadeando investigações, medidas judiciais e até discussões sobre a criação de novas leis para coibir a exploração infantojuvenil na internet.
O que muitos não sabem é que, meses antes, a atriz e apresentadora Antônia Fontenelle já havia apontado publicamente o mesmo caso. No entanto, seu vídeo foi retirado do ar por ordem judicial.
Apresentadora precisou remover vídeo denunciando mesmo caso de Felca
Hytalo Santos, natural da Paraíba, construiu sua carreira nas redes sociais com vídeos voltados principalmente para o público jovem. Com o tempo, seu conteúdo passou a incluir festas e gravações com adolescentes em situações consideradas inadequadas.
As investigações conduzidas pelo Ministério Público da Paraíba indicam que os eventos organizados pelo influenciador envolviam bebidas alcoólicas e até cenas de topless protagonizadas por menores de idade, gravadas em sua residência na cidade de Bayeux.
Em outubro de 2024, Antônia Fontenelle publicou um vídeo em suas redes sociais alertando sobre o comportamento de Hytalo. No conteúdo, ela acusava o influenciador de sexualizar crianças e dizia que levaria o caso ao Ministério Público.
O vídeo chegou a ultrapassar 40 mil visualizações em pouco tempo. No entanto, o material foi alvo de uma ação judicial movida pela defesa de Hytalo, que alegou danos à imagem e à honra do influenciador.
No início de dezembro, a Justiça da Paraíba determinou a remoção do vídeo, estipulando multa diária em caso de descumprimento. Fontenelle, até o momento, não se manifestou publicamente sobre a decisão.
Vídeo divulgado por Felca sobre Hytalo Santos gerou grandes repercussões
Já em 2025, foi a vez do influenciador Felca levar o caso ao grande público. Em um vídeo que viralizou nas plataformas digitais, ele denunciou o que chamou de “adultização de crianças” nos conteúdos de Hytalo.
A exposição feita por Felca ampliou o alcance das acusações e impulsionou novas ações por parte das autoridades. A Justiça determinou o bloqueio dos perfis do investigado nas redes sociais e a proibição de contato com os adolescentes envolvidos.
Além disso, uma operação de busca foi realizada em sua residência, e surgiram relatos de ex-funcionários alegando abusos trabalhistas. Parlamentares, por sua vez, começaram a discutir propostas para endurecer as regras sobre o uso da imagem de menores na internet.






