Com a intensificação do inverno neste mês de julho, muitas famílias já perceberam um aumento na conta de energia.
A queda nas temperaturas leva a mudanças nos hábitos dentro de casa: o banho fica mais demorado, o uso de aquecedores se torna mais frequente, e até a iluminação artificial acaba sendo mais usada, já que os dias são mais curtos.
Tudo isso pesa no consumo energético. No entanto, algumas mudanças simples na rotina podem fazer grande diferença no valor final da fatura.
Aprenda a economizar na conta de energia durante o inverno
Um dos primeiros pontos a observar para economizar na conta de energia está nos aparelhos eletrônicos conectados à tomada, mesmo quando não estão em uso.
A maioria dos dispositivos continua consumindo energia em modo de espera, o chamado stand-by. Isso vale para televisores, carregadores, micro-ondas e até cafeteiras automáticas.
O ideal é desconectar esses equipamentos da tomada sempre que possível. Pode parecer pouco, mas ao longo de semanas, esse consumo acumulado contribui para o aumento da despesa.
Outro equipamento que merece atenção especial é o ferro de passar roupa. Cada vez que ele é ligado, há um pico de energia para alcançar a temperatura ideal. Se essa tarefa for repetida várias vezes por semana, o impacto na conta pode ser significativo.
A recomendação é acumular peças e fazer o serviço de uma vez só. Se possível, evitar o uso da função vapor também ajuda, já que ela consome muito mais energia que o modo seco.
Chuveiro elétrico é vilão da conta de energia no inverno
No banheiro, o vilão costuma ser o chuveiro elétrico, especialmente nos dias mais frios. Quanto mais quente a água e mais demorado o banho, maior o gasto. Reduzir o tempo debaixo da água e escolher a temperatura morna, geralmente chamada de “verão” no seletor, são atitudes que aliviam o bolso.
Além disso, evitar os horários de pico, entre 18h e 21h, pode contribuir para um uso mais equilibrado do sistema elétrico como um todo, economizando na conta de energia.
Outro fator que passa despercebido é a manutenção de aparelhos como ar-condicionado, exaustores e fornos. Filtros sujos ou sistemas sem manutenção exigem mais esforço dos motores e, por consequência, consomem mais energia.
Por fim, escolher aparelhos com selo de eficiência energética e trocar lâmpadas incandescentes por modelos LED ajuda a manter a casa bem iluminada e aquecida com menos gasto.
A combinação dessas práticas pode gerar uma economia significativa, mesmo em meio ao frio intenso do inverno.






