Entre os produtos mais presentes nos casos de contrabando estão os cigarros, responsáveis por perdas superiores a R$ 848 milhões, e os telefones celulares, que geraram prejuízo estimado de R$ 485 milhões.
Outros itens também aparecem com frequência, como produtos eletrônicos, informática, bebidas, agrotóxicos, medicamentos, óculos, roupas, perfumes, pneus, videogames, alimentos, brinquedos, veículos e até armas.
O perfil dos maiores contrabandistas
O ranking traz tanto empresas quanto pessoas físicas, demonstrando que o contrabando não é exclusividade de grandes corporações, mas também está presente em redes menores e articuladas de indivíduos.
No topo da lista está a empresa Solos do Sul Serviços Prediais e Transportes Ltda, que sozinha soma mais de R$ 38,6 milhões em representações por contrabando de agrotóxicos.
Top 10
Confira abaixo os nomes e valores que colocaram essas pessoas e empresas no topo da lista negra da Receita Federal:
- Solos do Sul Serviços Prediais e Transportes Ltda — R$ 38.691.263,49
- Elite Trade Importação e Exportação Ltda — R$ 11.885.013,23
- Anderson Santos da Silva — R$ 11.097.988,28
- Aparecido Evangelista da Silva — R$ 8.524.961,35
- Clayton Alberto Schlogl — R$ 8.162.219,49
- Aldmaxsimon Alves Bertolino Antonio — R$ 7.653.200,29
- Joneis Roque Carneiro Ribas — R$ 7.201.828,29
- Luis Fernando Branco — R$ 7.177.225,28
- Everton Stempinhaki — R$ 7.143.955,24
- Flozen Presentes Ltda — R$ 6.847.651,20
Próximos passos
A Receita já informou que o painel será atualizado regularmente, o que possibilita o acompanhamento em tempo real das ações de combate ao contrabando.
A medida se soma a outros esforços de cooperação com o Ministério Público, Polícia Federal e órgãos internacionais, buscando desarticular redes criminosas e reduzir os danos causados por esses crimes à sociedade brasileira.





