Com o passar do tempo, os golpes financeiros têm se tornado cada vez mais sofisticados, com criminosos empregando variados artifícios para se passar por órgãos e empresas oficiais, utilizando falsos alertas e ofertas para enganar vítimas e obter dinheiro.
E considerando que problemas com dívidas passaram a afetar uma grande parcela da população, anúncios prometendo “limpar o nome sem pagar” ou “aumentar o score rapidamente” têm se destacado no meio digital. Contudo, a Serasa decidiu uma nova ferramenta para combater essas práticas.
Intitulada de “Central de Mitos e Verdades”, a iniciativa é, basicamente, uma plataforma que pode ser acessada pelos canais oficiais do órgão de proteção ao crédito que visa desmistificar boatos e fake news sobre dívidas, score e diversos outros assuntos.
Por meio da ferramenta, os cidadãos têm acesso a respostas claras, acessíveis e oficiais para diversas dúvidas, podendo não apenas se proteger contra fraudes, mas também compreender melhor o funcionamento de serviços legítimos.
Assim como outros serviços da Serasa, a “Central de Mitos e Verdades” é totalmente gratuita e pode ser acessada facilmente pelos consumidores antes de realizar qualquer transação ou contratar serviços financeiros.
Além da novidade da Serasa: aprenda a se proteger de golpes virtuais
Embora a “Central de Mitos e Verdades” da Serasa seja uma ferramenta de grande utilidade, é fundamental que os consumidores mantenham postura de constante cautela e desconfiança para se proteger de golpes virtuais, adotando práticas de segurança robustas, como:
- Desconfiar de contatos não solicitados, lembrando sempre que empresas sérias raramente fazem cobranças inesperadas e sob pressão;
- Não clicar em links suspeitos;
- Acessar canais oficiais da empresa credora;
- Utilizar plataformas seguras para renegociar dívidas;
- Não compartilhar senhas ou dados sensíveis;
- Utilizar senhas complexas e, se possível, ativar a autenticação em dois fatores (2FA) sempre que possível.
Caso o golpe seja bem-sucedido, é essencial contatar imediatamente as instituições bancárias para tentar bloquear ou reverter as transações, além de registrar ocorrência junto às autoridades competentes para proteger os dados pessoais.





