Recentemente, a revista Forbes divulgou o ranking dos 10 homens mais ricos do mundo, com base nas estatísticas de agosto, que trouxe nomes como o de Mark Zuckerberg, o dono do Meta, em posições de destaque.
Entretanto, apesar de não ter aparecido na lista, o nome do rei Maha Vajiralongkorn, também conhecido como Rama X certamente merece ficar em evidência, levando em conta que o atual soberano da Tailândia se consolidou como o monarca mais rico do mundo em 2025.
Com uma fortuna estimada em mais de US$ 43 bilhões, ele assumiu o trono em 2016, após a morte de seu pai, rei Bhumibol Adulyadej, e passou a chamar a atenção por conta de seu gigantesco patrimônio, o qual administra diretamente.
E vale destacar que a fortuna de Rama X não deriva apenas dos bens da Coroa Tailandesa. Afinal, além de atuar fortemente nos setores de infraestrutura, telecomunicações e energia, o rei ainda mantém um portfólio diversificado de investimentos, gerido com visão estratégica e empresarial.
E este foi um dos principais fatores por trás do expressivo aumento da fortuna do monarca, que também distribuída entre diversos bens de alto valor, como (via Capitalist):
- 38 jatos particulares;
- Mais de 300 carros de luxo, incluindo marcas raras e exclusivas;
- 52 barcos dourados, utilizados em eventos e rituais históricos;
- 17 mil propriedades urbanas.
Qual é o papel do rei Rama X na Tailândia?
Atualmente, a Tailândia vive sob um regime de Monarquia Constitucional, no qual o poder de Rama X é limitado pela Constituição e pelo governo. No entanto, ele pode exercer influência moral em questões políticas e sociais.
Além disso, em situações de crise política, o rei também pode usar seus poderes constitucionais para ajudar a estabilizar a nação, mas seu papel para o país é principalmente cerimonial e simbólico.
Nos últimos anos, protestos populares passaram a exigir reformas políticas e questionar o papel da monarquia, com parte da população defendendo a redução dos gastos da realeza e de sua influência na educação. E em uma de suas raras entrevistas, Rama X alegou que, ainda assim, “ama” os manifestantes.





