Para muitos brasileiros, viver de renda representa um verdadeiro objetivo de vida, uma vez que possibilita o recebimento de remunerações mensais sem esforço direto, bastando apenas realizar determinados investimentos financeiros.
E a grande maioria das pessoas busca iniciar esse objetivo por meio de investimentos bancários tradicionais, como a poupança, que proporciona rendimentos básicos, que podem aumentar dependendo do montante aplicado.
Levando em consideração que R$ 100 mil é um valor mais alcançável para uma significativa parcela da população, seja por meio de planejamento financeiro ou empréstimos, muitos consideram que este seja o valor ideal para começar a viver de renda.
Entretanto, caso o investimento seja feito na poupança, ele pode não ser tão vantajoso, considerando que a modalidade possui o rendimento mais baixo do mercado. Para se ter uma ideia, m um cenário com 0,5% de rendimento ao mês, R$ 100 mil renderiam aproximadamente R$ 500 por mês.
Já em relação a outros meios de geração de renda, acessíveis inclusive pelos bancos de preferência, é possível garantir valores mais elevados, aproximando-se do objetivo. Contudo, cabe ao investidor escolher corretamente.
Como investir R$ 100 mil e gerar rendimento: garanta um salário por mês
Especialistas destacam que a melhor estratégia para gerar um rendimento significativo, mesmo com um investimento de apenas R$ 100 mil, é diversificar entre opções de renda fixa e renda variável que ofereçam maior rentabilidade que a poupança.
No entanto, é fundamental conhecer a própria tolerância ao risco, considerando que investimentos variáveis podem render valores mais altos, mas também podem resultar em grandes perdas.
Com o perfil definido, basta selecionar os investimentos que melhor se alinhem ao objetivo, analisando todos os detalhes, incluindo a porcentagem de rendimento. Dentre os principais, destacam-se:
- Renda fixa: Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Tesouro Direto e Fundos de Renda Fixa;
- Renda variável: Ações na Bolsa de Valores, Fundos Imobiliários (FIIs) e Fundos Multimercados.





