Embora ainda sejam fundamentais para depósitos e saques em dinheiro físico, os caixas eletrônicos vêm perdendo relevância gradualmente, à medida que cresce o número de pessoas que realiza transações bancárias digitalmente.
Por conta disso, quem ainda depende destes aparelhos, como idosos, beneficiários de programas sociais e residentes de localidades com acesso limitado à internet ou a serviços bancários online, teme que eles sejam completamente extintos.
Os frequentes fechamentos de agências bancárias, aliados ao esforço das instituições financeiras para estimular operações virtuais, tem contribuído para aumentar ainda mais este receio. Mas vale destacar que, até o momento, não há nenhum alerta de descontinuidade de serviços.
Inclusive, diversos países já estão até mesmo implementando novas formas de saque, evidenciando que ainda existe preocupação com aqueles que enfrentam dificuldades para acessar a tecnologia.
Contudo, é inegável que os caixas eletrônicos tradicionais podem estar com seus dias contados, já que a crescente demanda por soluções vem forçado a diminuição do número desses terminais, substituindo-os por equipamentos mais avançados e funcionais.
Redes unificadas podem dominar substituir caixas eletrônicos próprios
Uma das possibilidades mais assertivas é a de que, no futuro, os bancos deixem de manter caixas eletrônicos próprios. Desta forma, os modelos mais avançados poderão fazer parte de redes unificadas, como a gerida pela Tecban, responsável pela rede Banco24Horas.
Levando em conta que esses modelos podem ser encontrados em diversos locais, é provável que as pessoas continuem tendo acesso facilitado a saques. Ainda assim, soluções mais tecnológicas também podem ser implementadas.
Entre elas, o portal Seu Crédito Digital destacou alternativas como os saques via QR Code em redes parceiras, que por sua vez também exigirão certo conhecimento tecnológico dos usuários.
Independentemente da opção escolhida, governos e instituições bancárias deverão buscar formas de conciliar inovação com inclusão financeira, assegurando que a transição não exclua parte da população do sistema financeiro moderno.





