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Pesquisa mostra que maioria dos motoristas por app não quer carteira assinada

Por João Carlos Gomes
31/10/2025
Foto: Camila Fernández/Unsplash

Foto: Camila Fernández/Unsplash

Com recentes discussões sobre a regulamentação do trabalho nas diferentes esferas do governo, o instituto Datafolha desenvolveu uma pesquisa, a pedido da Uber, para saber a opinião dos motoristas de aplicativo sobre o tópico.

E de acordo com os resultados, divulgados nesta quinta-feira (30), cerca de 60% dos entrevistados rejeitam o vínculo empregatício pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), alegando que o modelo não se adequa às suas necessidades.

Quando questionados sobre a possibilidade de migrar para um emprego CLT em tempo integral, a maioria dos paticipantes alegou aceitar a proposta caso a remuneração fosse de, no mínimo, quatro salários mínimos. Entretanto, se o montante fosse equivalente a seus ganhos atuais, 54% afirmaram que recusariam a oferta.

O levantamento revelou ainda que ao menos 55% dos motoristas têm nos aplicativos sua principal fonte de renda. Apesar disso, 79% afirmaram dirigir por necessidade de obter renda extra, enquanto 69% declararam depender da atividade para manter sua renda regular.

O diretor de Políticas Públicas da Uber, Ricardo Leite Ribeiro, destacou que os resultados mostram que os motoristas rejeitam os modelos tradicionais por valorizarem mais a flexibilidade que o serviço oferece.

Motoristas estão abertos à regulamentação

Apesar da resistência à CLT, uma significativa parcela de motoristas de app se mostrou favorável à regulamentação da profissão, com pelo menos 69% concordando pelo estabelecimento de um piso de ganhos mínimos para evitar prejuízos.

Além disso, 76% dos motoristas demonstraram interesse em serem incluídos na seguridade social e acreditam que as plataformas deveriam facilitar esse processo, de modo a garantir acesso a benefícios como auxílio-acidente, pensão por morte e aposentadoria.

Vale destacar que muitos motoristas não realizam nenhum tipo de contribuição previdenciária, por diversos motivos, incluindo falta de informação ou burocracia envolvida no processo. No entanto, uma regulamentação adequada poderia alterar esse cenário de forma positiva.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, apreciador da Bossa Nova ao Metal Extremo, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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