Um empresário brasileiro conhecido por falar sobre finanças nas redes sociais surpreendeu seus seguidores ao revelar um episódio inusitado envolvendo um Uber durante uma viagem à Suíça.
Casado com uma influenciadora de grande popularidade no Brasil, ele contou que desistiu de solicitar um carro por aplicativo ao se deparar com o preço cobrado para um trajeto curto.
O episódio viralizou e mostrou que, mesmo entre os ricos e famosos, imprevistos e gastos inesperados podem fazer parte do roteiro, mesmo quando a hospedagem inclui hotéis de luxo com diárias que superam a casa dos seis dígitos.
Milionário brasileiro desiste de pegar Uber na Suíça por conta do valor
O protagonista da história é Thiago Nigro, conhecido como “Primo Rico”. Ele e sua esposa, a ex-BBB Maíra Cardi, estão curtindo uma temporada na Europa e se hospedaram no Bürgenstock Resort Lake Lucerne, um resort exclusivo na região de Lucerna, na Suíça.
Apesar do cenário sofisticado, Nigro compartilhou nos stories do Instagram que abriu o aplicativo da Uber para solicitar um carro para um deslocamento de apenas dois quilômetros e foi surpreendido: o valor da corrida, convertido para reais, ultrapassava R$ 380.
“55 francos por dois quilômetros? Tá maluco”, comentou ele ao mostrar a tela do aplicativo.
A reação, que mistura surpresa e indignação, chamou a atenção de internautas e gerou discussões sobre os custos de mobilidade em países com moeda forte e custo de vida elevado.
No Brasil, Uber pode cobrar mais de R$ 300 por descumprimento de regra
Enquanto os famosos se espantam com os preços na Europa, por aqui, no Brasil, usuários do Uber também enfrentam situações inesperadas, e uma delas envolve taxas extras que nem sempre são conhecidas por todos.
A plataforma prevê a cobrança de uma “taxa de limpeza” que pode chegar a R$ 350 em casos mais graves, como vômito ou urina no veículo.
Mesmo pequenos incidentes, como sujeira com alimentos ou líquidos derramados, podem gerar cobranças que variam entre R$ 50 e R$ 200.
Esses valores são cobrados diretamente do passageiro, com base em fotos e relatórios enviados pelo motorista. A prática é permitida pelas regras da empresa e costuma causar espanto entre os passageiros que não estavam cientes da política.
Ou seja, seja em resorts suíços ou em ruas brasileiras, os imprevistos, e os gastos, seguem presentes na vida de quem depende de transporte por aplicativo.





