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Estudo mostra que mulheres acumulam quase 10 horas semanais em tarefas não remuneradas

Por João Carlos Gomes
25/11/2025
Foto: Josue Michel/Unsplash

Foto: Josue Michel/Unsplash

Desenvolvido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em parceira com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o estudo Políticas para a Corresponsabilidade no Mundo do Trabalho revelou dados alarmante sobre a desigualdade de gênero.

Isso porque, de acordo com as estatísticas, as mulheres dedicam, em média, quase 10 horas a mais por semana ao trabalho de cuidado não remunerado do que os homens no Brasil.

No meio rural, o impacto é ainda mais chocante, considerando que o total pode chegar a 12,4 horas a mais. Entretanto, o estudo também revelou que a carga é ainda maior entre mulheres negras, que chegam a dedicar 22,4 horas semanais.

Dessa forma, o relatório evidencia como as responsabilidades familiares afetam a trajetória profissional das trabalhadoras, restringindo sua participação no mercado e sua progressão na carreira, o que aprofunda desigualdades estruturais.

Igualdade no mercado de trabalho: objetivos do estudo

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Muito além de evidenciar os problemas, o estudo também foi desenvolvido com o objetivo de promover soluções, apresentando medidas que podem beneficiar tanto as mulheres quanto os homens, uma vez que permitirão conciliar trabalho e cuidados sem riscos.

De acordo com  a diretora do Departamento de Economia do Cuidado, Luana Pinheiro, o relatório apontará alternativas viáveis que podem ser adotadas por empregadores públicos e privados para transformar completamente a realidade dos trabalhadores brasileiros.

Dentre as propostas centrais, destacam-se a implementação de políticas integradas que assegurem o direito ao cuidado, a expansão dos serviços públicos de cuidado no território e medidas que promovam a corresponsabilidade de gênero.

Com a implementação da abordagem, a expectativa é de que seja possível reduzir desigualdades e assegurar que o cuidado deixe de ser visto como um entrave, pois a possibilidade de ser compartilhado pode auxiliar na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, apreciador da Bossa Nova ao Metal Extremo, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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