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Donos da empresa Colombo foram presos: Vazam detalhes secretos

Por João Carlos Gomes
25/08/2025
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Fundada originalmente em 1917 no centro da cidade de São Paulo, a Camisaria Colombo se tornou nacionamente conhecida por sua proposta de democratizar o acesso à “moda social e profissional”. No entanto, o nome da empresa ganhou destaque nos últimos dias por conta de problemas com a lei.

Isso porque Álvaro Jabur Maluf Júnior e Paulo Jabur Maluf, que são os atuais donos da rede varejista, foram alvos de uma operação da Polícia Civil nesta quinta-feira (21), após terem suas prisões temporárias decretadas.

De acordo com informações divulgadas originalmente pela TV Glopo, a dupla é suspeita de envolvimento em fraude milionária no sistema bancário e ocultação de patrimônio. Contudo, mais recentemente, as autoridades revelaram mais detalhes sobre o caso.

Em nota à imprensa, a Polícia Civil revelou ter descoberto que o grupo se aproveitava de uma falha em um sistema de pagamentos para gerar créditos fictícios e transferir os valores para múltiplas contas.

Além disso, o esquema tinha o objetivo de mascarar patrimônio durante a recuperação judicial, prejudicando credores e o sistema financeiro nacional. Vale destacar que, além da dupla, o representante legal da BS Capital, Bruno Gomes de Souza, também foi detido. E ainda há muitos mandatos de prisão a serem cumpridos.

Fraude da Camisaria Colombo resultou em desvio de R$ 21 milhões

As investigações contra os proprietários da Camisaria Colombo tiveram início em dezembro do ano passado, após a instituição financeira PagSeguro formalizar uma denúncia que apontou a fraude tecnológica que resultou no desvio de cerca de R$ 21 milhões.

Basicamente, uma empresa terceirizada, responsável pela gestão de todos os pagamentos de franquias, de fornecedores e de funcionários da rede varejista se aproveitou de uma vulnerabilidade do sistema para realizar “pagamentos fantasmas”.

Desta forma, embora os valores chegassem ao destino, eles não eram debitados na origem. Segundo a Polícia Civil, dezenas de outras empresas também foram beneficiadas e serão monitoradas para rastrear o fluxo dos recursos, possibilitando assim a aplicação de possíveis sanções.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, apreciador da Bossa Nova ao Metal Extremo, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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