Embora o Pix tenha se tornado o meio de pagamento preferido de milhões de pessoas, o dinheiro físico ainda é amplamente utilizado por uma parcela significativa da população, e por conta disso, permanece em circulação.
Consequentemente, ainda tentam tirar proveito da situação por meio de golpes envolvendo notas falsas, que de acordo com o Banco Central, não só continuam em alta, como ainda incluem as cédulas de maior valor da moeda brasileira, R$ 100 e R$ 200.
Contudo, os celulares podem ser as melhores ferramentas para se proteger contra este tipo de fraude, sendo possível utilizar a câmera e alguns aplicativos especializados para analisar a autenticidade das cédulas com alto grau de precisão.
Voltados para notas emitidas em diferentes regiões, programas como NoteSnap, Banknote Scanner, BEAC NG2020, Money Detector e Cash Reader analisam a presença de elementos de segurança, baseando-se em bancos de dados de cédulas legítimas.
Todavia, para garantir a eficácia da análise, recomenda-se utilizar celulares com câmeras de alta resolução, bem como manter o sistema operacional e os aplicativos sempre atualizados, assegurando desempenho ideal.
O que fazer ao identificar notas falsas?
De acordo com diversas autoridades monetárias internacionais, ao identificar uma nota suspeita, é fundamental levá-la a uma agência bancária ou delegacia de polícia, lembrando de mantê-la em um lugar seguro para que não se misture com o dinheiro verdadeiro.
Além disso, recomenda-se registrar um boletim de ocorrência junto às autoridades competentes, informando o local de recebimento da cédula e a identificação do indivíduo que a entregou, a fim de auxiliar na localização de eventuais criminosos.
O Banco Central enfatiza que é imprescindível não repassar ou utilizar cédulas falsas em qualquer transação, pois tal prática configura crime e pode acabar resultando em penalidades graves, incluindo detenção de 6 meses a 2 anos, mesmo em situações de boa-fé.





