Desde seu retorno em 2023, o programa Bolsa Família voltou a se consolidar como uma das principais medidas de transferência direta e indireta de renda para famílias em situação de vulnerabilidade social, garantindo dignidade para milhões de brasileiros em todo o país.
Atualmente, o benefício concede repasses mensais de, no mínimo, R$ 600, buscando garantir condições básicas de vida, como alimentação, acesso à educação e cuidados com a saúde. Contudo, este valor pode se tornar ainda maior.
Variando de acordo com a composição familiar, o Bolsa Família conta com alguns valores adicionais que contemplam 4 grupos em específico, e fazem com que o pagamento chegue a quase R$ 1 mil por mês. São eles:
- Benefício Primeira Infância (BPI): focado na segurança alimentar e no apoio ao desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças nos primeiros anos de vida, o BPI pode adicionar R$ 150 ao valor do auxílio para famílias que tenham, em sua composição, crianças de 0 a 6 anos incompletos;
- Benefício Variável Familiar (BVF): voltado à promoção da educação e da saúde, o BVF garante um adicional de R$ 50 para cada criança ou adolescente com idades entre 7 e 18 anos incompletos, gestantes e nutrizes (mães que amamentam);
- Benefício Variável Familiar Nutriz (BVN): o BVN visa promover melhores condições para a amamentação e cuidados neonatais para os bebês, e por conta disso, adiciona mais R$ 50 ao pagamento do benefício para cada bebê de até 6 meses de idade.
Como receber o Bolsa Família em 2025?
Para ter direito aos benefícios do Bolsa Família, um dos principais critérios é que a renda mensal por pessoa da família não ultrapasse R$ 218. Respeitando este critério, basta visitar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para realizar a inscrição no Cadastro Único (CadÚnico).
A partir destas informações, o governo analisará a situação e determinará se o solicitante pode realmente aderir ao programa. E para realizar o cadastro corretamente, é necessário ter em mãos o CPF de todos os membros da família e um comprovante de residência (preferencialmente, uma conta de luz).
Quando for selecionada para o Programa, a família receberá um cartão, emitido pela Caixa Econômica Federal em nome do responsável familiar, para que assim seja possível administrar o benefício.





