Por conta de fatores como a facilidade de aprovação, taxas de juros mais confortáveis e pagamentos mais dilatados, o empréstimo consignado acaba se consolidando como uma operação de crédito extremamente popular entre aposentados e pensionistas.
Entretanto, vale lembrar que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reduziu a quantidade de instituições autorizadas a oferecer a modalidade recentemente, após identificar o descumprimento de requisitos operacionais e legais.
Isso porque a autarquia suspendeu cautelarmente o credenciamento de diversos bancos para a oferta de empréstimos consignados. E a autorização só será restabelecida após o reembolso dos segurados do INSS que sofreram cobranças indevidas.
Entretanto, de acordo com o portal R7, instituições como o Banco Inter, a Facta Financeira e a Cobuccio Sociedade de Crédito Direto firmaram compromissos com a autarquia para resolver as pendências, e com isso, conseguiram restabelecer a liberação de novos empréstimos enquanto aguardam o desfecho dos processos administrativos.
Bancos proibidos de oferecer empréstimo consignado: confira a lista
No total, o INSS suspendeu as operações de crédito consignado de pelo menos 13 bancos, alegando irregularidades como a falta de autorização para descontos em folha, ausência de autenticação biométrica, inclusão de seguros indevidos, entre outros. São eles:
- CDC Sociedade de Crédito Direto S.A.
- Banco Seguro S.A.
- Via Certa Financiadora S.A. — Crédito, Financiamento e Investimento
- Casa do Crédito S.A. — Sociedade de Crédito ao Microempreendedor
- Valor Sociedade de Crédito Direto S.A. (Valor Financiamentos)
- Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB)
- Banco Industrial do Brasil S.A.
- Banco Master
- Banco Inter S.A.
- Paraná Banco S.A.
- Facta Financeira S.A.
- Cobuccio Sociedade de Crédito Direto S.A.
Além das três instituições citadas anteriormente, o Banco BMG também se comprometeu em regularizar sua situação junto ao INSS e aperfeiçoar o serviço prestado a aposentados e pensionistas. E vale destacar que até mesmo bancos que não possuem processo instaurado com a autarquia passaram a reavaliar suas condutas após o ocorrido.





