Embora o mais recente Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) divulgado pelo governo federal indique um reajuste de 7,4% no salário mínimo, afetando também as aposentadorias e pensões, no Brasil, as alterações só terão efeito a partir do próximo ano.
Em contrapartida, o Banco Central da República Argentina projetou que a inflação de agosto chegaria a 2,1% no país, o que traz benefícios para aposentados e pensionistas, considerando que o cálculo dos pagamentos leva o número em consideração (via TNH 1.
Desta forma, os segurados argentinos podem sentir uma diferença em seus pagamentos a partir do próximo mês, uma vez que a Administração Nacional de Segurança Social (ANSES) aplicará um aumento de 2,1% a todos os benefícios.
Por conta disso, o valor mínimo das aposentadorias alcançaria 327.003 pesos argentinos a partir de outubro. Além disso, somando o bônus de 70 mil, o total ainda pode chegar a 397.003 pesos no total.
Milei veta aumento na aposentadoria por invalidez
Enquanto um aumento no pagamento aos idosos está em debate, no início de agosto o presidente argentino, Javier Milei, vetou um reajuste para aposentados por invalidez e um projeto que ampliava a proteção de pessoas com deficiência, aprovado pelos parlamentares no mês anterior.
De acordo com o chefe de estado, os acréscimos colocariam em risco o equilíbrio fiscal. “A administração dos recursos públicos deve ser realizada de forma responsável e de acordo com os propósitos públicos e o princípio da boa administração”, disse Milei, em decreto publicado no Diário Oficial (via CNN).
Até o momento, não há informações sobre a extensão da decisão do presidente argentino às aposentadorias de idosos. Contudo, declarações feitas por Javier Milei em julho indicam que ele não pretende reverter a medida. “Vamos vetar. E mesmo na circunstância de que o veto seja derrubado [pelo Congresso], vamos judicializar”, disse ele durante discurso na Bolsa de Comércio da Cidade de Buenos Aires.





