Participantes da audiência da Assembleia que tratou do novo ensino médio pediram a sua revogação sob o argumento de o modelo, adotado no Governo Temer, estar precarizando ainda mais a educação pública. O novo ensino foi sancionado em 2017, entrou em vigor em 2022 e deve ser implementado gradualmente até 2024. A carga horária será progressivamente elevada e as disciplinas tradicionais foram agrupadas em áreas do conhecimento. Cada estudante pode montar seu próprio itinerário formativo, escolhendo disciplinas eletivas e o chamado projeto de vida, que consiste num conteúdo transversal. A audiência foi realizada na Comissão de Educação.
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