A Universidade Federal de Juiz de Fora, de forma permanente, vem discutindo a criação de procedimentos de verificação das condições de ingresso de pessoas com deficiência, negros e indígenas com base nas contas. Dez anos depois da publicação da Lei 12.711, que permitiu esse tipo de acesso, os processo para garantir a legitimidade dos processos seletivos continuam passando por etapas de aperfeiçoamento. Desta vez, a UFJF vai adotar o que classifica de bancas de heteroidentificação. De acordo com a pró-reitora adjunta de Graduação, Beatriz Farah, “esse fluxo contribuiu tanto para a consolidação de uma política de análise complementar à autodeclaração apresentada pelos candidatos como também para a redução das denúncias de fraudes”. Apenas duas denúncias foram formalizadas entre 2021 e 2022, ao passo que entre 2018 e 2020 foram 349.
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