O novo pedido de revogação do decreto de caducidade do Consórcio Manchester, assinado pela prefeita Margarida Salomão, não deve prosperar. Em nota, a Tumil voltou a reafirmar que só com essa decisão será possível avançar nas negociações com um investidor privado, mas nos gabinetes da Prefeitura a decisão é de que foram dados todos os prazos para a empresa. Ademais, como o decreto já produziu efeitos, não há saída legal para a revogação. O secretário de Mobilidade, Fernando Tadeu Davi, já havia feito a mesma observação, durante audiência pública na Câmara Municipal, da qual participaram diversos funcionários da empresa.
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