O início da propaganda política, na última sexta-feira, foi o passo esperado pelos políticos para se apresentarem aos eleitores, sobretudo àqueles que não têm acesso às redes sociais, para as quais migrou boa parte da campanha. Na avaliação do cientista político Raul Magalhães, “devemos esperar uma espécie de repetição daquelas formas consagradas na propaganda: música, vídeos e apelos sentimentais, uma vez que no Brasil ela é muito pouco informativa. É mais uma tentativa de criar uma máquina publicitária ou a imagem do candidato. Por isso, ela se presta pouco a um, que possamos dizer, exame real do que os candidatos vão fazer”.
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