Um outro dado inédito é o número de candidatos. Juiz de Fora terá 11 postulantes à cadeira do prefeito Antônio Almas e, entre eles, cinco mulheres. O cientista político Rubem Barboza considera que “estamos replicando aqui o que acontece nas capitais dos estados e nas grandes cidades. Uma das razões é obviamente a proibição de coligações para o Legislativo, o que estimula os partidos ao lançamento de chapas majoritárias na tentativa de oferecer maior visibilidade às legendas. Isso tem ainda a ver com outro aspecto, pensando no futuro: as próximas eleições gerais, tanto para o Executivo quanto para o Legislativo, vão ocorrer já sob a vigência de uma cláusula de barreira mais dura em 2022. Ter um bom contingente de prefeitos e vereadores é uma estratégia adequada para superar esta cláusula, permitindo o acesso ao Fundo Partidário e à propaganda gratuita na TV e no rádio”.
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