José Armando vai cobrar uma definição do MDB

Por Paulo Cesar Magella

Faltando 17 dias para o encerramento do prazo de filiação e de mudanças de partido, o juiz aposentado José Armando da Silveira está preocupado com o silêncio do MDB. Pré-candidato a prefeito, ainda não sabe qual será a postura do partido. Em recente conversa com o presidente do diretório, Paulo Gutierrez, ouviu dele um pedido para esperar, pois a legenda também está à espera do prefeito Antônio Almas. O magistrado destacou, porém, que há prazos que precisam ser cumpridos e articulações que devem ser elaboradas. Ele admitiu já ter sido procurado por outras legendas, entre elas o Solidariedade, e não deu uma resposta por causa do MDB. José Armando disse que, ainda esta semana, deve voltar a conversar com Gutierrez.

Partido também pretende cobrar posição dos vereadores filiados

A indefinição do prefeito não é o único problema do MDB. O partido deve, de novo, indagar aos atuais vereadores filiados à legenda se vão, ou não, continuar no partido. O argumento é simples. Enquanto alguns ameaçam sair, há vereadores querendo entrar, mas estes só vão tomar uma posição depois de saberem se os atuais emedebistas vão sair.

Paulo Cesar Magella

Paulo Cesar Magella

Sou da primeira geração da Tribuna, onde ingressei em 1981 - ano de fundação do jornal -, já tendo exercido as funções de editor de política, editor de economia, secretário de redação e, desde 1995, editor geral. Além de jornalista, sou bacharel em Direito e Filosofia. Também sou radialista. Meus hobbies são leitura, gastronomia - não como frango, pasmem - esportes (Flamengo até morrer), encontro com amigos, de preferência nos botequins.E-mail: [email protected] [email protected]

A Tribuna de Minas não se responsabiliza por este conteúdo e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação.

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.



Leia também