O pleito do ano que vem terá novidades. Não haverá coligações proporcionais, o que vai implicar um trabalho dobrado dos partidos, especialmente os de menor porte, que até então sobreviviam pela ligação com outras legendas. A estratégia de campanha precisa ser revista, pois só com quadros fortes é que será possível conseguir representação na Câmara e ainda vencer as cláusulas de desempenho. Já pensando nisso, vários políticos já fazem reuniões quinzenais para avaliar as ações. Muitos desses personagens devem entrar no jogo pela primeira vez.
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