Painel 17-11-16

Por Paulo Cesar Magella

Debate interno

O Partido dos Trabalhadores, menos de uma semana depois do encontro nacional, em São Paulo, já abriu conversações internas para tratar não apenas da eleição de delegados, que terão voto no diretório estadual, mas também da formação do comando partidário. As diversas tendências não estão fechadas em seus redutos, abrindo espaço para conversas entre si, já que o objetivo comum é também de avaliar a performance do partido nas eleições de outubro. Embora tenha sido finalista, com a deputada Margarida Salomão, o PT deve colocar em pauta os acertos e erros da campanha.

 

Volta ao trabalho

A Câmara retorna hoje às suas atividades e vai realizar reuniões até o dia 15 de dezembro, quando fechará a legislatura, salvo se ocorrerem reuniões extraordinárias. O tema com maior destaque é o orçamento para 2017, que deve ter reuniões próprias para sua votação. Os vereadores programaram uma audiência pública exclusiva para discutir a mensagem. Será no dia 21, por convocação da Comissão de Finanças e Orçamento.

 

Delação

Está em gestação nos corredores da Câmara Federal, diz o Painel da “Folha”, uma proposta de mudar as regras da delação premiada. Ela seria anulada se houvesse vazamento para a imprensa. Essa proposta segue a mesma trilha de tantas outras que querem reduzir a ação do Ministério Público e da Polícia Federal e dar espaço para uma ampla anistia aos usuários do caixa dois. Vários parlamentares devem assinar a proposta.

 

Audiência

Além da audiência pública proposta pelo vereador Roberto Cupolillo (Betão) para colocar em pauta a ocupação de espaços públicos por estudantes, no dia 22, a Câmara, atendendo requerimento do vereador Jucelio Maria, vai discutir a segurança no Bairro São Bernardo. Será no dia 23 deste mês.

 

Em debate

A insegurança na cidade deixou de ser uma agenda exclusiva da instância política. Várias associações estão mobilizadas por conta do aumento do número de furtos e roubos, especialmente na Cidade Alta, incluindo condomínios fechados. A meta é cobrar mais policiamento e, do Governo, o aumento do efetivo.

Guilherme Arêas

Guilherme Arêas

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