Embora o prazo de filiação dos interessados em disputar as eleições de 2016 só termine em 2 de abril – seis meses antes do pleito -, fazem parte do ritual político pelo menos duas discussões em se tratando de câmaras municipais. A primeira, sobre o percentual de renovação, quase sempre na casa dos 20%; a outra, a respeito das mudanças de partido, pelas quais os políticos tentam viabilizar seus projetos. E é nesse contexto que a Câmara de Juiz de Fora foi para o recesso, certa de que alguns de seus membros vão trocar de camisa no ano que vem. O caso mais explícito é do vereador Vagner de Oliveira, praticamente fechado com o PMDB. Desde o início do ano, ele vem manifestando seu desconforto com o PR, partido que o trouxe da Prefeitura de Chácara para o Legislativo de Juiz de Fora, mas que também passa por discussões internas. Ele deve bater o martelo já no início do ano.
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