Ícone do site Tribuna de Minas

SUBIDA NO RANKING

PUBLICIDADE

Antes mesmo de os balanços serem fechados, uma boa notícia chegou ontem aos brasileiros. De acordo com pesquisas publicadas pelos principais jornais britânicos, o Brasil ultrapassou o Reino Unido e conquistou o posto de sexta maior economia do mundo. É a primeira vez que o país europeu fica atrás de uma nação sul-americana, destaca o "Daily Mail". O CEO do Centro de Economia e Pesquisa de Negócios, consultoria responsável pela pesquisa, Douglas McWillians, disse tratar-se de um fenômeno novo.

Na avaliação dos próprios britânicos, o Brasil tem uma variedade de recursos naturais para contar, enquanto a Europa – e a Inglaterra não é exceção – vive os problemas enfrentados pelo euro, embora o país não tenha aderido à moeda, preferindo continuar com a libra esterlina. "O poder de penetração do Brasil como um todo ultrapassou a Grã-Bretanha por causa do enorme potencial econômico das pessoas que ali vivem", disse ao jornal o ex-conselheiro de política econômica do governo britânico, Peter Slowe.

PUBLICIDADE

Vencida a etapa da boa notícia, é necessário colocar os pés no chão e avaliar o que pode ser retirado como dado para o futuro. Um deles é o próprio mercado de trabalho, em curva ascendente, mas cada vez mais seletivo. O país começou a crescer por uma série de fatores, mas também quando o setor produtivo passou a apostar na qualificação de seus quadros. Por isso, investir nos cursos superiores não deve ser a única alternativa quando o que mais se pede são técnicos especializados.

Veio, pois, em boa hora, matéria divulgada pela Tribuna, na edição de domingo, apontando a disputa por bons profissionais, não necessariamente com curso superior, mas aptos a exercer funções cada vez mais estratégicas no mercado. Este, aliás, é um gargalo a ser levado em conta, pois o que mais falta, hoje, é mão de obra especializada e em várias frentes.

Sair da versão mobile