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BOA NOVA

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Diante de um cenário econômico recheado de incertezas, a assinatura do protocolo de intenções para instalação de uma unidade do Grupo M. Dias Branco em Juiz de Fora, para fabricação de massas e geração de 600 empregos diretos, soa como música. A cidade, como o país, precisa de boas notícias, capazes de indicar que, a despeito de tudo isso, é possível apostar em ações positivas. A empresa deve iniciar suas atividades em 2018, num investimento considerado pela Prefeitura um dos maiores da cidade em 20 anos.

Dizem alguns especialistas que os investimentos devem ser feitos nos períodos de crise, pois, na chegada do ciclo virtuoso, já estão à frente dos demais. O grupo, com sede no Ceará, tem planos ambiciosos para o município, incluindo até mesmo a ampliação com a construção de um moinho próprio. Agora, é lutar para que o andamento do projeto se dê em perfeita ordem, a fim de garantir sua plena instalação.

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É possível apostar em outras articulações para Juiz de Fora e para a Zona da Mata, desde que, além do Poder Público, os segmentos políticos e empresariais também façam a mesma aposta. Mas não bastam os discursos, devendo a articulação ser a prioridade. O setor produtivo carece de incentivos, e, quando eles são apresentados, não se nega, como ora ocorre, em apostar no futuro.

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