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FORA DE 2012

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Mas é preciso considerar que propostas já existem – muitas, aliás -, devendo os vereadores se posicionarem diante dos temas apresentados, como fidelidade partidária, sistema de lista, voto distrital em suas várias formas e até mesmo cláusulas de barreira, para ficar em torno de alguns. É o que se espera da base, pois o que se vê no Congresso são posições díspares, que correm o risco de não chegarem a lugar algum.

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Os partidos, a quem caberia o encaminhamento, também não sabem direito o que pensam os seus correligionários, principalmente aqueles em que não há uma postura ideológica. Nestas legendas, nas quais mais prevalecem os interesses do que as causas, fica difícil aferir o pensamento dos parlamentares, causando novos entraves à reforma.

Outubro, data limite para fazer uma mudança com vigência em 2012, já se aproxima, e as discussões ainda não foram concluídas. É bom lembrar que Senado e Câmara Federal têm comissões separadas. Como cada um tem um projeto, e a reforma só valerá se houver consenso das duas Casas, já se pode apostar que a campanha municipal vai ocorrer sob as mesmas regras. Infelizmente.

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