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NOVAS DEMANDAS

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A inauguração do Aeroporto Regional com a presença do governador Antonio Anastasia e outras autoridades políticas e empresariais deve ser comemorada, pois está sendo oficializada mais uma referência para o desenvolvimento da Zona da Mata. Embora situado entre as cidades de Goianá e Rio Novo, o terminal é de vital importância regional, uma vez que acolherá demandas reprimidas, sobretudo na instância empresarial. A meta de transformá-lo em aeroporto industrial é importante, pois atenderia não apenas ao polo moveleiro, mas também a Juiz de Fora, cidade-âncora que carece de um aeroporto capaz de pouso e decolagem de aeronaves de grande porte, sobretudo para o transporte de equipamentos.

A solenidade, no entanto, não silencia o clamor para outros projetos. O governador Antonio Anastasia, sempre ligado às questões dos municípios, conhece a preocupação dos usuários do novo terminal com a via de acesso. A MG-353 é uma estrada com razoável pista de rolamento, mas peca, como tantas outras, pela falta de áreas de escape e de pistas adicionais para facilitar o tráfego. Se o aeroporto tem por meta se consolidar sob o viés industrial, certamente haverá implicações no fluxo de veículos, que ganhará caminhões de grande porte. Hoje, tal situação é um complicador para os demais usuários, que se veriam sob risco constante no convívio com os veículos pesados, mas também com o problema de tráfego, já que não há espaços para ultrapassagem na maioria dos pontos da rodovia.

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Quando se concebeu o aeroporto, também se falou na estrada, inclusive na ligação com a BR-040, tirando, assim, o tráfego intenso da área central de Juiz de Fora. A execução do projeto, que não pode sair da agenda oficial, tornou-se uma necessidade da região. O governador sabe dessa importância e, certamente, pela visão administrativa que tem, não se furtará em atender a esse pleito.

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