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AÇÃO PREVENTIVA

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Faz sentido a preocupação da equipe de transição nomeada pelo prefeito eleito, Bruno Siqueira, em colocar o combate à dengue e o Carnaval como questões prioritárias, uma vez que ambos são eventos de início de ano. A contaminação do mosquito aedes aegypti tornou-se um drama para as populações na fase mais aguda do verão, coincidentemente, nos primeiros passos da nova gestão; e o Carnaval, desta vez, será na primeira semana de fevereiro, não havendo tempo para se avaliarem mudanças, já que um mês é pouco para um Governo entrante. Daí, antecipar a discussão e a tomada de medidas são fundamentais já nesse fim de ano, não só para garantir um enfrentamento sistemático à doença como para confirmar ao folião que a festa não terá bases de improvisos.

É fato que outras questões vão ganhar corpo à medida que forem colhidos relatórios das secretarias, mas começar já sabendo onde vai pisar deve ser uma preocupação dos governantes, ainda mais num cenário em que os projetos não devem sofrer solução de continuidade, sob o risco de, não havendo investimentos, transformarem-se em elefantes brancos. Pelo país afora, é comum encontrar esqueletos de obras que ficaram pelo caminho por conta da não continuidade cujo responsável é o novo administrador.

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A experiência mais emblemática de Juiz de Fora é o Teatro Paschoal Carlos Magno, que começou suas obras de fundação ainda na Gestão Mello Reis, no final de 1982 – portanto, há 30 anos – mas que ainda não foi concluído. Depois de Mello, Tarcísio Delgado passou três vezes pela prefeitura, Custódio Mattos cumpriu dois mandatos, e Alberto Bejani, depois do primeiro, encerrou sua jornada no meio do último ano, contando-se, ainda, José Eduardo Araújo, que cumpriu os seis meses restantes de mandato. No ano passado, a atual gestão chegou a anunciar ações no espaço, mas a falta de recursos manteve tudo como antes. Por isso, outras obras, ora em andamento ou sob programação, devem ser discutidas e informadas à população sobre o seu curso, pois há sempre a expectativa de que vão chegar ao seu final.

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