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Bombeiros de JF e Belo Horizonte combatem incêndio em Ibitipoca

incendio em ibitipoca by Gabriel Fortes
helicoptero fogo ibiti
Apoio aéreo do Corpo de Bombeiros foi mobilizado para atuar no combate às chamas (Foto: Divulgação/Bombeiros)
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A queimada que iniciou no domingo (27) segue mobilizando brigadistas e militares em Conceição do Ibitipoca, distrito de Lima Duarte. Nesta terça-feira (29), mais de cem combatentes tentam conter as chamas que destroem a mata e ameaçam a área preservada do Parque Estadual do Ibitipoca. Segundo comunicado emitido pelo Corpo de Bombeiros, um grave foco de incêndio foi controlado durante a madrugada e, durante o dia, um helicóptero e um avião air tractor serão empregados para auxiliar os trabalhos. Militares de Juiz de Fora e Belo Horizonte participam da ação.

São 17 bombeiros militares no local, entre especialistas em combate a incêndios florestais, tripulantes do helicóptero e equipe de abastecimento e mecânica da aeronave. O maior contingente de combatentes corresponde aos brigadistas locais e funcionários do Parque Estadual do Ibitipoca, chegando a cerca de cem pessoas. Durante a manhã, o contingente foi dividido em sete equipes que atuam em frentes distintas de combate.

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Em alguns pontos da mata, o fogo foi contido durante as horas de combates ininterruptos desde a madrugada de segunda-feira (28). De acordo com os Bombeiros, durante a madrugada desta terça foi extinto um grave foco de incêndio que ameaçava a portaria do Parque e o posto de comando das operações.

Apoios fundamentais

Na linha de frente no combate às chamas desde a madrugada de segunda-feira, o brigadista Gabriel Fortes destacou a importância do auxílio do helicóptero e do avião. “Hoje a gente está com um apoio aéreo que facilitou bastante. Estamos tendo mais sucesso. A temperatura da noite, mais fria, ajudou bastante”, celebra. No momento do envio da mensagem pelo brigadista, por volta das 10h, um dos focos de queimada era combatido pela aeronave. “Agora, o incêndio está sendo combatido apenas pela aeronave. Porque, no caso, é um local de difícil acesso para fazer caminhando”, explica.

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Além do apoio aéreo, os combatentes recebem ajuda de outros membros da comunidade, cada um à sua maneira. “Nós estamos com um apoio muito legal. Mesmo as pessoas que não estão na linha de frente, muitos moradores e empreendedores da vila estão ajudando. Alguns financeiramente, outros com alimentação”, conta Fortes.

 

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