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Suspeito de estuprar e matar jovem de 25 anos na Zona da Mata é denunciado pelo MPMG

Três homens são presos por homicídio durante carnaval da região

Foto: MPMG

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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou à Justiça um homem de 27 anos suspeito de estuprar e matar uma mulher de 25 anos em Ponte Nova, na Zona da Mata. O crime ocorreu na madrugada de 28 de janeiro de 2026, e a denúncia foi apresentada pela 2ª Promotoria de Justiça do município.

Além da responsabilização criminal, o MPMG pediu à Justiça a fixação de indenização mínima de R$ 100 mil em favor dos familiares da vítima, com base no artigo 387, inciso IV, do Código de Processo Penal. Agora, caberá ao Judiciário decidir se recebe ou não a denúncia. Caso isso ocorra, o investigado passará à condição de réu no processo.

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Segundo o Ministério Público, o suspeito está preso temporariamente. O órgão também requereu a conversão da prisão em preventiva, para que ele permaneça detido durante a tramitação da ação penal.

Na denúncia, o MPMG afirma ainda que o homem tem histórico criminal, com passagens por crimes como latrocínio, homicídio e violência sexual contra vítimas vulneráveis. Conforme o órgão, ao ser preso, ele disse aos policiais que já havia sido detido em outras ocasiões e que “não ficaria detido por muito tempo” novamente.

De acordo com a denúncia, o suspeito encontrou a vítima nas proximidades do Bairro Triângulo e a levou até um local isolado no fim da Rua Luiz Carlos Prestes, no Bairro Palmeiras. Imagens de câmeras de segurança de casas e comércios da região registraram os dois caminhando por ruas dos bairros enquanto conversavam.

Ainda segundo o Ministério Público, ao chegar ao local ermo, o homem iniciou o ataque. Ele é acusado de violentar sexualmente a vítima, roubar o aparelho celular dela e matá-la por estrangulamento, usando uma blusa.

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Após o crime, o suspeito fugiu e permaneceu foragido até 28 de fevereiro. Durante esse período, houve mobilização policial para localizá-lo. Ele foi encontrado em uma área de mata, capturado e apresentado à Justiça.

O MPMG sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe, em razão da subtração de um bem de reduzido valor, e aponta ainda que a ação teria sido praticada com recurso que dificultou a defesa da vítima, em local isolado, e com emprego de meio cruel, apontado na denúncia como o estrangulamento.

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Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe

Resumo desta notícia gerado por IA

 

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