
O PL oficializou, neste sábado (25), a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Durante a convenção nacional do partido, realizada em São Paulo, lideranças da direita defenderam a união em torno do nome do parlamentar e a ampliação da presença do campo político nos governos estaduais e no Congresso Nacional. O nome de quem vai acompanhá-lo na chapa ainda não foi confirmado, mas o, agora, candidato precisa fazer isso até agosto.
Em seu discurso, Flávio apresentou a eleição como uma continuidade do movimento iniciado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018. Segundo o candidato, a disputa deste ano representa uma nova etapa da luta entre o “bem e o mal”.
“Isso aqui é muito mais do que uma convenção, é o início da luta mais importante das nossas vidas. Uma luta do bem contra o mal, que começou com Jair Bolsonaro em 2018 e que agora está nas nossas mãos”, defendeu.
Flávio também criticou o Governo Lula. O senador ainda relacionou sua candidatura à defesa da liberdade de imprensa e das mídias sociais e mencionou as próximas indicações que poderão ser feitas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Tarcísio defende legado de Bolsonaro
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que Flávio será capaz de honrar o legado político do pai e demonstrar compromisso com o país.
“Vamos eleger uma pessoa que vai honrar seu pai, que vai honrar o legado e que vai ter compromisso com o Brasil”, declarou.
Tarcísio também criticou a condução do país e afirmou que o próximo presidente deverá priorizar o equilíbrio das contas públicas, a segurança e a recuperação do prestígio internacional do Brasil.
Durante o discurso, o governador exaltou ainda a gestão do presidente da Argentina, Javier Milei, que acompanhou a convenção. Para Tarcísio, medidas adotadas no país vizinho mostram que há outro caminho possível para a economia.
Nunes pede ‘onda azul’ nos estados
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), defendeu que a mobilização da direita não fique restrita à eleição presidencial. Segundo ele, será necessário formar uma “onda azul” nos estados, com a eleição de governadores, deputados e, principalmente, senadores alinhados ao grupo.
“Com o nosso campo fazendo uma grande bancada no Senado, o jogo vai verdadeiramente mudar”, afirmou.
Nunes também defendeu a chapa apoiada pelo grupo político para o Senado em São Paulo, formada por Guilherme Derrite e André do Prado, e pediu unidade entre os candidatos da direita.
Ao criticar o atual governo federal, o prefeito apontou uma situação de fragilidade fiscal e afirmou que o país corre risco de enfrentar uma recessão. Ele também prestou apoio à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, após os conflitos públicos envolvendo integrantes da família do ex-presidente.
Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe
* Com informações de Estadão Conteúdo.

