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Após visitar pai, Flávio nega que esteja de ‘salto alto’ e em clima de ‘já ganhou’

Flavio Bolsonaro Joedson Alves Agencia Brasil
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A menos de duas semanas do 2º turno, o candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, negou nesta terça-feira (13), que sua campanha esteja de ‘salto alto’ ou em clima de ‘já ganhou’ e voltou a pedir que seus apoiadores mantenham sua mobilização para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Apesar de as pesquisas estarem favoráveis, e ao contrário de alguns veículos de comunicação falarem que a gente está de salto alto, em clima de já ganhou, é mentira. Não tem clima de já ganhou na nossa campanha, está todo mundo na rua”, declarou, após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), porém, aliados do presidenciável já consideram a eleição ganha e já chamam Flávio de “presidente”.

Flávio pediu que parlamentares do PL usem suas redes sociais e atos de rua para sua campanha e disse que até o 2º turno deve viajar a Estados do Sudeste, do Norte, do Nordeste e do Sul.

Ele comentou ainda a visita ao pai. “Estou muito feliz com meu pai e poder voltar visitá-lo. Mais uma vez me dá muito mais força, muito mais entusiasmo, ainda mais vontade de estar na rua para defender o nosso País”, falou.

Segundo o senador, Jair Bolsonaro “está bem, fazendo aquelas piadinhas sem graça que ele faz sempre”, além de ter demonstrado otimismo com a eleição para o Congresso.

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“A maioria do povo brasileiro deu um Senado forte para a legislatura a partir de 2027. Deu uma Câmara ainda mais forte também, mais à direita. A expectativa dele é a melhor possível com relação ao futuro do nosso Brasil”, disse.

Flávio afirmou ainda que “o principal pilar da campanha do PT” e que espera que o adversário se comprometa “a parar de mentir”.

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A retomada das visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar após ser condenado por tentativa de golpe de Estado, foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na segunda-feira (12). A decisão, no entanto, proíbe a realização de atividades políticas durante os encontros, além da divulgação de manifestações e declarações do ex-presidente, inclusive por terceiros.

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