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Eleição do PSDB em JF volta a causar polêmica

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Os desdobramentos da novela judicial envolvendo a convenção que elegeu o diretório municipal do PSDB parecem distante de um desfecho. Na última das reviravoltas, o juiz da Fazenda Pública, Rodrigo Mendes Pinto Ribeiro suscitou decisão anterior que considerou que a avaliação do processo que questiona o pleito que elegeu o vereador Rodrigo Mattos (PSDB) como presidente municipal da legenda seria da competência das Varas da Fazenda Pública e Autarquias Municipais da Comarca de Juiz de Fora. No reposicionamento despachado na última quinta-feira, determinou a remessa dos documentos ao presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), “levando à sua apreciação para fins de ciência e distribuição a quem de direito do presente conflito negativo de competência instaurado nos autos.”

Os desentendimentos sobre a validade do processo começaram ainda no dia da eleição. Integrantes da chapa derrotada, liderada pelo deputado Lafayette Andrada (PSDB), questionaram o modelo adotado para a escolha do novo diretório. O grupo considera que o pleito desrespeitou o estatuto tucano ao permitir que pessoas com menos de seis meses de filiação participassem da votação. Por outro lado, o entendimento da chapa vitoriosa é de que não houve incorreções, e as eleições foram realizadas seguindo as orientações constantes de resolução da executiva nacional da legenda, publicada em dezembro do ano passado, considerando os filiados há mais de 30 dias como aptos a votar nos processos para a definição dos diretórios.

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Independentemente da movimentação do processo, Lafayette afirma que continuará o trabalho na busca da unidade e fortalecimento do partido visando as eleições municipais do próximo ano. Já o grupo eleito, que tem o comando do diretório municipal tucano no momento, disse que aguarda a publicação e a consequente oficialização da determinação do juiz Rodrigo Mendes Pinto Ribeiro.

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