Candidato a deputado federal, Wadson Ribeiro (PCdoB) minimizou as postagens na internet de uma mulher, que distribuía panfletos para divulgação da candidatura do ex-secretário do Ministério do Esporte e afirmou que recebeu um cheque sem fundo como pagamento por seis dias de trabalho. No Facebook, a internauta postou uma foto do documento no valor de R$ 100. Wadson admitiu o problema, porém ressaltou que sua campanha segue as regras eleitorais, e efetuou o pagamento em dinheiro vivo tão logo a falha foi identificada. "É uma campanha de poucos recursos. Se existissem más intenções, o pagamento não teria sido feito com um cheque, que é um documento financeiro." A própria autora do tópico reconheceu na internet que o pagamento havia sido efetuado após a publicação original, divulgada na última sexta-feira. "Nos pagaram em dinheiro vivo e pegou o cheque que estava comigo (sic)"
Segundo o candidato, a situação foi motivada por problemas no fluxo de caixa de campanha. "Havia um pagamento a ser feito para um fornecedor agendado para uma data mais adiante. Porém, ele acabou entrando com o cheque antecipadamente." Wadson, entretanto, questiona a forma encontrada pela militante para equacionar o problema e acredita que a postagem pode ter sido motivada por questões políticas. "Efetuamos o pagamento assim que tivemos conhecimento do ocorrido. É um direito dela, mas estranhamos o fato de a pessoa ter tornado o assunto público antes de nos procurar. Acredito que pode ter ocorrido uma movimentação de candidaturas adversárias no intuito de prejudicar nossa campanha."
