Foi aprovada ontem pela Câmara a mensagem do Executivo que eleva a remuneração mínima dos médicos da Estratégia Saúde da Família (ESF) de R$ 6.500 para R$ 7.500, retroativo a 1º de maio, além de conceder um adicional mensal de R$ 500 sobre o valor pago entre outubro de 2010 e abril deste ano. Não foi votado, porém, o projeto que reajusta o piso dos profissionais de urgência e emergência de R$ 4 mil para R$ 4.370, também retroativo a primeiro de maio e se estendendo até o próximo dia 31 de outubro. A proposta, que também prevê um adicional extra de que R$ 500 para quem realizar, no mínimo, quatro plantões mensais nos finais de semana, foi adiada a pedido do vereador Roberto Cupolillo (Betão, PT), atendendo a uma solicitação do Sindicato dos Médicos, que quer tempo para debater o assunto em assembleia. Não me sinto bem em votar uma matéria que não passou pela assembleia de uma categoria. Uma terceira mensagem para a saúde chegou ontem ao Palácio Barbosa Lima. O projeto cria um incentivo à produtividade no plantão de urgência e emergência.
