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PJF tenta impedir greve dos professores

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Às vésperas da assembleia dos professores, que pode deliberar o início da greve da categoria, a Prefeitura enviou ao Sindicato dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro-JF) documento contendo contra-propostas às reivindicações apresentadas. "Estamos nos esforçando, mas não podemos prometer algo que não seja responsável do ponto de vista financeiro, jurídico ou administrativo", afirmou o Secretário de Administração e Recursos Humanos, Alexandre Jabour. Nesta quinta-feira (25), às 14h30, os trabalhadores votam pela manutenção ou não do movimento, que teve início na última terça-feira. A mobilização desta semana teve caráter nacional e foi organizada pela Central Única dos Trabalhadores em Educação (CNTE) em prol da valorização do magistério.

Antes de ser enviado ao Sinpro-JF, o texto foi apresentado à imprensa durante coletiva que reuniu, além de Jabour, os titulares das pastas de Planejamento e Gestão, Elisabeth Jucá; Educação, Weverton Vilas Boas; Fazenda, Fúlvio Albertoni e o Procurador Geral do Município, Leonardo Guedes de Carvalho. A equipe de Governo manifestou a preocupação de todas as propostas serem levadas à categoria. Entre as novidades apresentadas nesta quarta-feira estão o aumento do valor da Ajuda de Custo para Valorização do Magistério (ACVM), de R$ 700 para R$ 1.000 (vinculado à assiduidade do servidor), e o estudo para disponibilização do contracheque dos professores no site da instituição.

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Após avaliar o documento, o sindicato não se mostrou satisfeito. "Iremos ler o ofício em assembleia. A direção considerou a negociação insuficiente, mas a decisão só sairá após a votação", declarou a coordenadora-geral da entidade, Aparecida de Oliveira Pinto. Do início do ano até agora, foram nove dias de paralisação e 15 reuniões entre Prefeitura e Sinpro.

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