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Minas reconhece cordão para identificação de pessoas com doenças raras

cordao doencas raras almg Guilherme Dardanhan
Cordão possui desenho de mãos coloridas sobrepostas por uma silhueta humana como símbolo de identificação das doenças raras (Foto: ALMG Guilherme Dardanhan)
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Pessoas com doenças raras agora contam com um cordão de identificação reconhecido oficialmente em Minas Gerais. A Lei 25.351, sancionada pelo governador e publicada no Diário Oficial do Estado no sábado (19), institui o uso da fita com desenho de mãos coloridas sobrepostas por uma silhueta humana como símbolo de identificação.

A norma é resultado do Projeto de Lei 2.332/24, de autoria do deputado Zé Guilherme (PP), aprovado em 2º turno pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em 10 de junho. O objetivo é contribuir para que pessoas com doenças raras recebam atendimento adequado e específico em situações de emergência, incluindo casos de alergias, restrições médicas e outras necessidades especiais.

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Os cordões de identificação serão enviados pelo Governo de Minas para as associações devidamente credenciadas junto ao Estado, que ficarão responsáveis pela distribuição ao público-alvo. O governo também fará campanhas de divulgação e conscientização da população sobre o símbolo.

De acordo com a nova legislação, o uso do cordão é facultativo e sua ausência não interfere no acesso a direitos e garantias assegurados a pessoas com doenças raras. Ainda segundo a lei, a apresentação de laudo comprobatório pode ser exigida por atendentes ou autoridades competentes, mesmo nos casos em que o cordão esteja sendo utilizado.

A legislação determina também que o Poder Executivo promova ações de conscientização sobre o uso do símbolo e divulgue informações relativas às necessidades de atendimento das pessoas com doenças raras.

Visibilidade

O cordão de identificação traz o desenho de mãos coloridas sobrepostas por uma silhueta humana. As mãos representam a humanidade, solidariedade e apoio, enquanto as cores vibrantes simbolizam a diversidade de doenças raras e a esperança de expansão da conscientização e apoio.

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Daniela Pereira, mãe de Anthony Santos, diagnosticado com narcolepsia, autismo e outras condições de saúde, comemorou a nova lei. Segundo ela, a norma é uma conquista para os raros, que vai contribuir para dar visibilidade à causa.

“O cordão vai ajudar a identificar mais as crianças, vamos voltar a ter visibilidade, o que, infelizmente, não temos, somos mais ocultos. Esse colar é uma conquista para todas as crianças raras”, completou.

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Doenças raras exigem atendimento contínuo e especializado

Conforme o Ministério da Saúde, as doenças raras abrangem mais de cinco mil condições médicas diferentes, geralmente associadas a fatores genéticos, ambientais, infecciosos ou imunológicos. Esse conjunto inclui anomalias congênitas, deficiências intelectuais e erros inatos do metabolismo ou da imunidade.

A maioria das doenças raras manifesta-se ainda na infância, mas também pode surgir em outras fases da vida. Entre as principais características estão a complexidade no diagnóstico, a necessidade de tratamento especializado e a demanda por cuidados contínuos, envolvendo equipes multidisciplinares.

*Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe

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