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Mais dois vereadores montam escritórios fora da Câmara

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Já são sete o número de vereadores que utilizam parte das despesas de mandato para custear aluguel e manutenção de escritório de representação parlamentar fora do prédio da Câmara. Até o mês de fevereiro, a prestação de contas do Legislativo revelava que Ana das Graças Rosignoli (PDT), Júlio Gasparette (PMDB), Nilton Militão (PTC), Roberto Cupolillo (Betão-PT) e Wanderson Castelar (PT) já faziam valer o projeto de resolução aprovado pela atual legislatura permitindo o ressarcimento dos recursos destinados à locação e ao funcionamento destes imóveis. Em março, Antônio Aguiar (PMDB) e Jucelio Maria (PSB) engrossaram a lista.

Como não há qualquer tipo de restrição legal, apenas o limite de R$ 8 mil definido pela atual Mesa Diretora para o reembolso das verbas de custeio, os valores do aluguéis variam entre R$ 350 e R$ 850. O maior valor é pago por Militão. Sobre os recursos investidos na manutenção dos escritórios, os gastos mais volumosos foram declarados por Gasparette, com despesas de R$ 204,86 para a quitação de contas como condomínio, energia elétrica e serviços de internet. Um fato curioso chama a atenção. Três parlamentares informaram a utilização das verbas indenizatórias, provenientes dos cofres públicos municipais, para o pagamento de impostos municipais dos escritórios, como o IPTU. Ao todo, entre locação e manutenção, as despesas com os sete gabinetes fora do Palácio Barbosa Lima somaram R$ 4.662,94 em março.

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Transferência

Quatro divisões da Câmara, que funcionavam no Palácio Barbosa Lima, foram transferidas para o Edifício Clube Juiz de Fora nesta semana. No total, 15 funcionários das divisões de Compras, Contabilidade, Programação e Liquidação de Despesas e Recursos Humanos instalaram-se no 15° andar do local e já estão exercendo o trabalho normalmente. O espaço deixado por esses setores no prédio da Câmara será destinado à ampliação dos serviços oferecidos à população. De acordo com a assessoria do Legislativo, o objetivo é aprimorar o trabalho dos servidores oferecendo um ambiente propício para realizarem suas atividades. Para o presidente da Câmara, Julio Gasparette, a mudança é mais uma alternativa para minimizar transtornos trazidos pela falta de espaço, enquanto a nova sede do Legislativo não é construída.

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