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Assembleia Legislativa tem renovação de 40%

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O próximo Governo de Minas lidará com uma renovação de 40% na Assembleia Legislativa para a legislatura 2019-2023. O eleitorado mineiro elegeu 31 novos deputados estaduais, dois com domicílio eleitoral em Juiz de Fora, os vereadores Roberto Cupolillo (Betão, PT) e Sheila Oliveira (PSL). O deputado Noraldino Júnior (PSC) foi reeleito para o segundo mandato. Em relação à composição partidária, 27 legendas têm cadeiras na Assembleia, sendo que nove delas apenas uma vaga cada. Para viabilizar o seu mandato, o próximo governador do Estado deverá dialogar com distintas agremiações em meio à fragmentação do Legislativo, que conta com um total de 77 cadeiras.

Em caso de sucesso na disputa, Antonio Anastasia (PSDB) terá 25 parlamentares na base do Governo, conforme os aliados ao PSDB nas coligações majoritárias e proporcionais, incluindo PSD, SD, PTB, PPS, PSC, DEM e Patriota. Somente a bancada tucana terá oito deputados, a segunda maior da próxima legislatura — atrás, apenas, do PT, com dez.

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Uma vez que Romeu Zema (Novo) defende as disputas eleitorais majoritárias e proporcionais sem firmar coligações, a legenda elegeu três deputados estaduais. Entretanto, em razão do apoio firmado com o PV na disputa para o segundo turno, o número de parlamentares subiria para oito. Em caso de acordo com a Rede — aliança ainda em negociação —, a base governamental subiria, timidamente, para nove, já que o partido de João Batista Mares Guia elegeu apenas a deputada Ana Paula Siqueira.

Demais bancadas
Dentre as maiores bancadas da Assembleia, MDB e PSL têm, cada, seis deputados eleitos. Como o PT, com dez parlamentares, deve fazer oposição a qualquer um dos dois governos, assim como o PCdoB e o PSOL com um deputado eleito cada, MDB e PSL constituirão bancadas expressivas para viabilizar a governabilidade de Zema ou Anastasia nos próximos quatro anos. Além das legendas, 17 deputados, eleitos por DC, PDT, PHS, Podemos, PR, PRB, PROS, PRP, PRTB e PSB, sobrarão, a princípio, entre situação e oposição em caso de não apoiarem nenhum dos dois candidatos à eleição.

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