O Sindicato dos Professores (Sinpro) realizou, na tarde desta quinta-feira (13), assembleia, no Ritz Hotel, para discutir com a categoria o calendário de reposição de aulas e os cortes de ponto feito pelo Executivo, referentes aos últimos dias da greve dos docentes municipais. O principal ponto de divergência entre o sindicato e a Prefeitura está nas férias de janeiro. Enquanto a Secretaria de Educação quer que os professores trabalhem direto até o dia 13 de fevereiro, a categoria exige recesso em janeiro. Caso haja insistência nesta imposição, os docentes prometem fazer outra assembleia com paralisação.
A assembleia, que reuniu cerca de 200 professores, também aprovou que nenhum diretor de escola municipal vai enviar o calendário escolar separadamente ao Executivo. A recomendação é que todas as escolas adotem o calendário aprovado pelo Sinpro.
Na última terça (11), a Secretaria de Educação afirmou que pretende ressarcir os quatro dias de ponto cortados de trabalhadores que não aderiram ao movimento. De acordo com a pasta, a restituição será feita a partir da definição de um calendário acadêmico para reposição. Neste ponto, o sindicato definiu na assembleia que cada professor tem liberdade para escolher se vai repor ou não.
O Sinpro informou ainda que já tinha um projeto de reposição previamente definido e que qualquer mudança será discutida entre o sindicato e a Secretaria de Educação. Na assembleia também foi discutida a qualidade da merenda escolar.
