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Professores da PJF param hoje

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Os professores da rede municipal paralisam hoje as atividades nas escolas. O Sindicato dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro) pretende pedir ao Ministério Público (MP) que instaure uma ação de improbidade administrativa contra o prefeito Custódio Mattos. Segundo os representantes dos docentes municipais, o pedido é motivado pelo não cumprimento de um dos itens da Lei do Piso, que determina que um terço da carga horária da categoria seja cumprido em atividades extraclasses. Atualmente, na cidade, apenas um quarto da carga de 20 horas semanais é destinado às funções fora de sala de aula.

A expectativa é de que os professores se dirijam até a entidade após assembleia da categoria marcada para as 14h30, no anfiteatro do Pró-Música. Vamos sair em passeata após a assembleia para pedir a intervenção do Ministério Público. São várias questões legais que nos levaram a essa medida. A Prefeitura, por meio do secretário de Atividades e Recursos Humanos (Vítor Valverde), já admitiu que não cumpre este aspecto da Lei afirma Aparecida de Oliveira Pinto, coordenador do Sinpro.

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Através de sua assessoria, a Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH) afirmou que já conhecia o intuito do sindicato em ajuizar a ação e aguarda a sequência dos fatos para se posicionar. Uma reunião entre as duas partes marcada para ontem foi adiada e deve acontecer na próxima quinta-feira, ainda sem horário definido.

A jornada de trabalho permanece como o maior entrave para o avanço das negociações. No dia 10 de maio, a categoria rechaçou a proposta da Administração. A alternativa previa aumento da carga horária de 20 para 22 horas e meia semanais, mantendo as atuais 15 horas semanais dentro de sala, cumprindo assim um terço fora de sala de aula (sete horas e meia, com pagamento do tempo adicional incorporado aos salários de forma escalonada num prazo de cinco anos.

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