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Termina debate na Câmara; CUT quer redução imediata da tarifa

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20:12
Após o fim da audiência, as pessoas que acompanhavam do lado de fora da Câmara desistiram de seguir em passeata pelo Calçadão da Halfeld, e o movimento se dispersou logo em seguida. 

19:22
Acabou neste momento o debate sobre o transporte público na Câmara. Os trabalhos foram concluídos com as considerações finais dos secretários da Settra e de Governo da PJF. Eles garantiram que irão manter aberto o diálogo, para resolver o impasse sobre a questão.

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19:05
Neste momento, o titular da Settra, Rodrigo Tortoriello, faz suas considerações finais na Câmara. Logo após, o secretário de Governo, José Sóter de Figueirôa, também deverá falar brevemente, encerrando o debate.

18:35 
Central Única dos Trabalhadores divulgou balanço das paralisações nesta quinta-feira em Juiz de Fora. Segundo a entidade, interromperam parcialmente as atividades os profissionais do setor metalúrgico, têxtil, de telefonia, dos Correios e professores da rede privada e da rede estadual. Já os funcionários da UFJF e os bancários da rede pública da região Central da cidade paralisaram totalmente suas funções.

17:48
Aproveitando a movimentação na Câmara, integrantes do movimento Juventude Revolução fazem circular entre o público um abaixo-assinado pedindo o passe livre para estudantes e a retirada dos trens do Centro de Juiz de Fora.

17:39 
A assistente social Maiara Carvalho (à esquerda), do movimento Levante Popular da Juventude, e a estudante de serviço social Taciane Couto Gonçalves (à direita), representante do DCE da UFJF, vestiram-se de palhaças para protestar durante a audiência pública que discute o sistema de transporte público em Juiz de Fora.

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17:37
O presidente da Câmara, Julio Gasparette, chegou a abrir a sessão ordinária desta quinta-feira (11), às 17h30, mas pediu a suspensão dos trabalhos para que a audiência sobre o transporte público pudesse prosseguir.

17:35
Do lado de fora da Câmara, manifestantes começam a conversar sobre a possibilidade de realização de uma passeata logo após o fim da audiência que acontece no Palácio Barbosa Lima. A proposta inicial é que o movimento desça pelo Calçadão da Rua Halfeld.

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17:30
Após a fala dos convidados, os inscritos da platéia estão com o microfone em mãos. Boa parte do público aproveita a oportunidade para reclamar do sistema de transporte, como o atraso dos ônibus, as más condições dos veículos e a falta de horários nos finais de semana. O coordenador geral do Sindicato dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro), Flávio Bitarello, chegou a sugerir a realização de um plebiscito para que a população de Juiz de Fora decida se quer um sistema gerido pelo Poder Público ou pela iniciativa privada.

16h21
O clima segue tranquilo no plenário da Câmara Municipal. Os participantes que tomam conta do espaço acompanham a audiência pública de forma pacífica, manifestando-se após as falas dos convidados. A Guarda Municipal está fazendo a segurança do Palácio Barbosa Lima, com ajuda de policiais militares. Todos os participantes da audiência, inclusive o público em geral, foram cadastrados previamente.

16h16
Depois de falar no plenário da Câmara, o presidente regional da CUT, Oleg Abramov, foi ovacionado pelo público presente dentro da Câmara e também aqueles que acompanham a audiência pelo telão. Agora o microfone está com a representante do Coletivo Fora do Eixo.

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16h05
O diretor regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Oleg Abramov, concluiu sua fala pedindo a municipalização do transporte coletivo na cidade. No entanto, como a central reconhece que o processo deverá ser demorado, pede a redução imediata do valor da tarifa. Neste momento, Patrícia Ferreira, representante dos manifestantes, cobra acesso aos valores dos lucros das empresas de transporte coletivo que servem a cidade.

15h55
Terminou agora há pouco a participação do titular da Settra, Rodrigo Tortoriello, no plenário da Câmara. O secretário detalhou a planilha da tarifa de ônibus, que está disponível no site da PJF. Agora quem discursa é diretor regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Oleg Abramov, que lamentou a ausência do prefeito Bruno Siqueira nas discussões.

15h37
O público presente na Câmara ouve as explicações de Tortoriello sobre quem tem o benefício da gratuidade no transporte local. Sem se manifestar, o plenário está atento. Do lado de fora também, os manifestantes prestam atenção às explicações do secretário.

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15:32
A Polícia Militar avalia que cerca de 150 pessoas estão concentradas em frente à Câmara Municipal, acompanhando a audiência pública. Neste momento, o titular da Settra, Rodrigo Tortoriello, faz um detalhamento da tarifa do transporte. Não há registros de intercorrências nem no plenário e nem nas manifestações ocorridas ao longo do dia. 

15:27
Os protestos em Juiz de Fora, que foram setorizados pela manhã, agora se concentram no Parque Halfeld, onde as categorias acompanham audiência pública, depois de terem se manifestado através de um carro de som. Portanto, segue tranquilo o movimento em outros pontos e também nas estradas da região, não havendo informações de nenhum bloqueio.

15:17
O presidente do Legislativo Municipal, Julio Gasparette, acaba de sentar à mesa do plenário e começa a chamar os vereadores para a audiência pública sobre o transporte local. A mesa está sendo composta também pelo secretário de Transportes, Rodrigo Tortoriello, o secretário de Governo, José Sóter de Figueirôa, o diretor regional da CUT, Oleg Abramov, o secretário de Comunicação, Michael Guedes, o presidente da 4ª Subseção da OAB, Denilson Clozato, e representantes dos manifestantes.

15h15
A Ceasa funcionou normalmente nesta quinta-feira (11), conforme o gerente da unidade de Juiz de Fora, Reinaldo Machado. Ele diz que o movimento foi menor, porque muitos fornecedores e compradores se anteciparam para entregar e retirar as mercadorias na quarta-feira, evitando qualquer imprevisto. "O movimento não comprometeu o abastecimento. Pode ter havido algum caso isolado, mas nada que promovesse falta de mercadoria. Pelo menos não detectamos esse problema, nem recebemos reclamação quanto a isso", explica. No movimento anterior envolvendo os caminhoneiros, o gerente diz que houve relato de perda de mercadoria nas estradas, já que por conta das paralisações muitos alimentos perecíveis estragaram. "Como o movimento de hoje foi muito divulgado, não pegou ninguém de surpresa, e as pessoas se anteciparam."

15h10
A concentração para o ato público em frente à Câmara Municipal já ganha corpo, com a participação de dezenas de manifestantes. Entre os que integram o Dia Nacional de Mobilização, vários carregam bandeiras de partidos e sindicatos. De um telão instalado em frente à Câmara, o público poderá acompanhar as discussões da audiência pública que acaba de começar. O plenário, porém, já está lotado.O presidente do Legislativo Municipal, Julio Gasparette, acaba de sentar à mesa do plenário e começa a chamar os vereadores para a audiência pública sobre o transporte local

15h08
Segundo o presidente da seção sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf) Gado de Leite, Neio Lúcio Ramos, aproximadamente 50% dos funcionários da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aderiram ao movimento e paralisaram as atividades durante o dia. Agora a tarde, o grupo de trabalhadores seguiria para o movimento coletivo no Parque Halfeld.

14:56
A entrada na Câmara Municipal de Juiz de Fora para a audiência pública que começa daqui a pouco, às 15h, está sendo controlada, com a presença de dois seguranças e uma policial militar. Apenas uma das portas do Palácio Barbosa Lima está aberta para a entrada das pessoas. Por enquanto, o movimento segue tranquilo no Parque Halfeld, onde está previsto o maior ato de hoje no Dia Nacional de Mobilização dos trabalhadores.

14h18
Manifestantes já começaram a se aglomerar em frente à Câmara Municipal, onde, às 15h, acontece debate sobre o transporte público. Em uma das portas do Palácio Barbosa Lima foi afixado cartaz lembrando que o plenário da Casa comporta, por questões de segurança, o número máximo de 150 pessoas.

13h50
Representantes do Movimento dos Sem Terra (MST) participaram da mobilização em apoio aos bancários. Cerca de 130 ativistas da região estão hoje na cidade.

12h55
Segundo o diretor regional da Central Única dos Trabalhadores(CUT), Oleg Abramov, há registros de adesão ao movimento em escolas estaduais. Embora sem especificar o número, o diretor da CUT afirmou que houve suspensão de aulas em algumas unidades. Segundo ele, professores da rede particular também aderiram ao movimento. A orientação agora é de que os representantes de cada categoria estejam em reunião com os profissionais para decidir a atuação de cada setor no decorrer do dia de manifestação. A expectativa é de que vários grupos de diferentes categorias engrossem o movimento na parte da tarde na porta da Câmara.

12h40
O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário (Sinttro) descartou oficialmente a possibilidade de paralisação dos ônibus urbanos. Segundo o secretario do sindicato, Armando de Souza, se houver paralisação será por iniciativa isolada, não tendo a orientação da entidade.

12h19
Algumas agências bancárias de Juiz de Fora aderiaram ao movimento. Neste momento, as agências do Banco do Brasil estão fechadas com execeção das de Benfica, na Zona Norte, e do Manoel Honório, região Leste, que abriu com uma hora de atraso. Quatro estabelecimentos da Caixa Econômica Federal (CEF) também suspenderam o atendimento nas unidades da Avenida Getúlio Vargas, Avenida Rio Branco, no Bairro São Mateus e no Morro da Glória. De acordo com Watoira Antônio de Oliveira, diretor de bancos públicos do sindicato, neste momento, acontece assembleia para decidir sobre o fechamento de algumas agências no decorrer de todo o dia.

11h30
Terminou há pouco a manifestação dos trabalhadores do call center AlmaViva. Cerca de 100 funcionários paralisaram em frente à empresa com faixas, cartazes e carro de som. Eles reivindicam melhores salários. Representantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Minas Gerais (Sinttel/MG) também estiveram no local e acompanharam toda a movimentação.

11h15
Está prevista uma mobilização na porta da Demlurb, no Centro, por volta do meio-dia. A ação está sendo organizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserpu). A previsão é de concentração na Rua Paulo Frontin, próximo a Praça da Estação, e depois saída em passeata em direção ao Calçadão da Rua Halfeld com destino à Câmara Municipal.

10h55
Durante a manhã o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserpu) esteve no Hospital de Pronto Socorro (HPS) e na Regional Leste. De acordo com o presidente do Sinserpu, Amarildo Romanazi, foram constatados problemas referentes à falta de medicamentos e insumos básicos para o atendimento. Populares que foram em busca de consulta no HPS reclamaram do atraso dos médicos no Hospital. Segundo eles, o tempo de espera até o início dos atendimentos foi de 1h30. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora negou que o atraso relatado pelos pacientes tenha relação com o movimento de protestos desta quinta-feira. Segundo Gilson Salomão, presidente do sindicato, a categoria não irá aderir ao Dia Nacional de Luta.

10h30
De acordo com a assessoria de comunicação da 4ª Região da Polícia Militar, 250 policiais militares estão de prontidão por conta das manifestações. A expectativa é de que o efetivo atue principalmente à tarde no Parque Halfeld, onde está previsto ato público e audiência na Câmara Municipal.

10h05
As manifestações relacionadas ao Dia Nacional de Luta começaram a ser registradas em Juiz de Fora logo cedo. Por volta de 7h30, caminhoneiros fizeram protesto com faixas na BR-040, próximo ao Distrito Industrial. Conforme informou a Concer não chegou a ocorrer interdição da rodovia. Os manifestantes já deixaram o local.

 

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