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75% dos serviços da UFJF estão parados

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Cerca de 75% dos serviços da UFJF estão comprometidos com a greve dos técnico-administrativos, iniciada dia 28 de maio. Atualmente, as duas unidades do RU, a Central de Atendimento, o Museu de Arte Murilo Mendes e a Biblioteca Central se mantêm fechados. “A ideia é ir fechando aos poucos, mas faltam locais para visitarmos. Estamos adotando a regra de manter os 30% do efetivo, mas por decisão dos próprios funcionários, alguns locais estão totalmente parados”, explica o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos (Sintufejuf), Paulo Dimas. Segundo ele, o pagamento de bolsas e salários é feito normalmente e algumas secretarias de faculdades ainda estão abertas. A universidade tem 1.400 servidores.

Conforme a assessoria da UFJF, a Coordenadoria de Assuntos e Registros Acadêmicos (Cdara) também está fechada, mas atendendo em regime de plantão. A universidade orienta que os alunos que tiverem urgência na solução das suas demandas recorram ao comando geral de greve (Rua Santo Antônio 309) às segundas ou quintas-feiras, entre 9h e meio-dia. Caso o pedido seja deferido, o aluno deve procurar o Cdara às terças ou quintas, das 9h ao meio-dia. “Montamos uma comissão e estamos avaliando caso a caso. Os mais urgentes, a gente libera”, explica Paulo.

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O HU de Dom Bosco está atendendo a consultas e exames já agendados, mas não estão sendo marcados novos atendimentos. Já o de Santa Catarina está atuando com 30% de sua capacidade, com exceções dos setores de doenças infecto-patológicas (DIP), hemodiálise, oncologia e transplante de medula óssea, que não têm limite estipulado. No caso da biblioteca, os prazos de empréstimos já efetuados serão prorrogados durante todo o período de fechamento.

Em nota, o reitor da UFJF, Júlio Chebli, manifestou sua disposição em atuar como interlocutor da categoria junto ao Governo. Conforme o Sintufejuf, não houve negociações até o momento.

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