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Caiu na rede – Renato Salles Exércitos liberados Embates

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O crescimento de Marina Silva (PSB) nas pesquisas de intenção de votos mudou de vez o tom da campanha presidencial. Há quase um mês, as militâncias virtuais de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) começam a reduzir os ataques mútuos para mirar um novo front: Marina. Ungida pelo espólio político de Eduardo Campos, entre elogios e ataques, a ex-senadora se tornou o centro das atenções nas redes sociais. Tanto que, esta semana, os ataques à candidata socialista foram praticamente “autorizados” pelo responsável pelas redes sociais do PT. “A Marina já é uma contradição em si. Ela vai e volta, avança e recua. Está mais para errática do que para sonhática”, afirmou Alberto Cantalice, em uma movimentação que vai além da militância virtual e anônima.

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A página de Dilma no Facebook divulgou um vídeo em que a comparação entre Marina e os ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor, que não conseguiram finalizar seus mandatos, é evidente. “Duas vezes na nossa história o Brasil elegeu salvadores, chefes do partido do eu sozinho.” De forma mais velada, Aécio divulgou vídeo no Facebook no qual questiona a capacidade de gestão de Marina. “Para mudar, não basta ter apenas boas intenções. Para governar, é preciso ter equipe, ideias já testadas e, principalmente, força política.” A despeito dos ataques, Marina segue trabalhando para vender a aura de que representa a “nova política”. A candidata usa as redes sociais para vender ideias soltas e faz uso até de um antigo mote do PT – que dizia que era preciso vencer o medo – para vender lugares-comuns como a “confiança” e a “esperança” como ferramentas de mobilização.

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